Reforma e reorganização do Museu da História de Campo Verde são entregues à comunidade




Na tarde da última segunda-feira (19), o prefeito Fábio Schroeter, o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Altair Donizete Restani, o chefe de Gabinete, Aparecido Rudnick e o vereador Cícero Alves dos Santos, entregaram à comunidade do Capim Branco e à população, as obras de reforma e reorganização do Museu da História de Campo Verde Marechal Cândido Rondon.

Foram investidos R$ 65 mil nas melhorias, que contemplaram a construção de uma praça, pintura e reforma do prédio, instalação de luminárias, aquisição de móveis como balcões e prateleiras, implantação de placas indicativas, catalogação e informatização do acervo, que permitirá ao visitante de acesso a informações sobre o acervo por meio de leitura de QR code.

A maior parte dos recursos investidos, de acordo com o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, foi viabilizada pelo Instituto Brasileiro de Museu (IBRAM), no valor de R$ 50 mil, e do Município, que disponibilizou R$ 15 mil. Os recursos do IBRAM foram conseguidos através de um concurso que premiou os 20 melhores projetos de reforma e modernização de museus. Participaram projetos de todo o Brasil.

O prefeito Fábio destacou que, embora os recursos investidos não foram de grande valor, proporcionaram uma revitalização que vai proporcionar melhores condições para receber os visitantes que buscam informações sobre Campo Verde. “Um povo que respeita a sua história é um povo que está preparado para o seu crescimento, para o seu desenvolvimento. Não podemos negar a nossa história jamais. Nós temos que divulgar e aproveitar para incentivar o turismo”, disse.

Para o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, as melhorias feitas no prédio e o uso da tecnologia para que o visitante tenha acesso às informações sobre o acervo vão se tornar um atrativo maios para o Museu. “A tecnologia está chegando em qualquer local e não seria diferente também na parte do turismo, na parte da modernização do nosso museu aqui de Campo Verde. É muito importante você chegar e simplesmente com a leitura de um código de barras você ter a história da peça. Vai facilitar para as pessoas entenderem um pouco mais o acervo do nosso museu”, frisou. (Valmir Faria – Supervisor de Comunicação/ASCOMCV)