Fotógrafo de Campo Verde tem material publicado em livro sobre Mato Grosso considerado histórico




2No final de setembro a Editora Primeira Página, de Cuiabá, lançou o livro “Maravilhas de Mato Grosso” que traz as belezas naturais, as manifestações culturais e o potencial produtivo do Estado.

O livro, que está sendo considerado histórico por condensar em um só volume todas as características de uma das mais belas e ricas regiões do Brasil e também por seu formato, foi destaque nos Programas Mais Você e Encontro, da Rede Globo de Televisão. Além de ter sido lançado em evento da Associação Brasileira de Agentes de Viagem (ABAV) em setembro, a publicação será mostrada no Salão de Turismo de Paris.

“Maravilhas de Mato Grosso” tem 200 páginas com qualidade gráfica impecável. Quando aberto mede 82 centímetros de largura por 62 centímetros de altura. “É o que chamamos formato A1”, explicada a jornalista Lauristela Guimarães, proprietária da Editora Primeira Página e organizadora do livro.

Para realizar o trabalho que reúne 30 municípios de Mato Grosso com potencial turístico ou que são destaques no setor produtivo, foram necessários 2 anos de trabalho. Campo Verde faz parte devido ao seu potencial econômico, sua organização urbana e suas belezas naturais.

As fotos, que mostram o que é Campo Verde, são do fotógrafo e jornalista Valmir Faria. “São imagens que retratam nossas riquezas, como o algodão e a soja, e também nossas belezas naturais, como os mirantes da região do Limeira, nossas cachoeiras, a “Ponte de Pedra” da Fazenda Água Fria, nossas Áreas de Lazer e a Praça João Paulo II”, conta o fotógrafo, que é supervisor de comunicação da Prefeitura do Município.

Para ele, é motivo de orgulho ter fotos de sua autoria publicadas no livro “Maravilhas de Mato Grosso”, já que a publicação traz trabalhos de fotógrafos como Mike Bueno, especialista quando o assunto é o Pantanal; José Medeiros, um dos melhores de Mato Grosso; Chico Ferreira, outro craque das lentes, e Banavita, que registra com maestria a cultura indígena do Estado.

“Fiquei muito feliz ao ver minhas fotos publicadas no livro”, afirmou. “Para mim é o reconhecimento de um trabalho que venho desenvolvendo desde o ano 2000, quando me mudei para o Mato Grosso e passei a registrar Campo Verde em imagens e a escrever sobre ele. Fazer parte de um trabalho importante como este, e no qual estão os maiores nomes da fotografia do Estado, é orgulho para qualquer um”, completou.

Faria destaca que o ineditismo da obra não está apenas em seu formato. Esta também no aspecto ambientalista e social da obra. “O livro vem em uma moldura de madeira feita com sobras de palets e fabricada por reeducandos do sistema prisional do Estado”, explica.

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