Presidente do SR faz avaliação positiva das primeiras noites da Expoverde




O presidente do Sindicato Rural de Campo Verde, Gladir Tomazelli, avaliou positivamente as duas primeiras noites da XVIII Expoverde, que começou na última quarta-feira (12) e termina neste sábado (15).

De acordo com Tomazelli, o público que compareceu ao Parque de Exposições Marco Antônio Esteves da Rocha superou as expectativas. “Muito boa a 18ª Expoverde. Um público excelente, o Parque está bonito, organizado, shows muito bons e o público está prestigiando. Graças a Deus, a 18º Expoverde, para nós, é um sucesso”, disse ele.

Para Tomazelli a realização da Feira Agropecuária, Comercial e Industrial não é importante somente para o Sindicato Rural, responsável pela organização do evento, mas também para Campo Verde. “É a maior festa do Município e representa muito. É o momento que temos aí a população toda, produtores, comerciantes, todas as pessoas de qualquer segmento têm a oportunidade de expor os seus produtos, ter um entretenimento barato. E a nossa satisfação é que isso ocorra com organização, sem nenhum problema e com o sucesso que está sendo”, salientou.

Para Tomazelli, que está em seu último ano de mandato, o sucesso da XVII Expoverde anima o Sindicato Rural a realizar a próxima edição desta que é a maior festa de Campo Verde. Ele destacou também a união entre o SR e o Município para a realização do evento.

“Se não fosse a parceria a festa já teria falido. Eu não tenho dúvida, porque o sindicato não tem condições de bancar sozinho shows dessa magnitude, assim como a Prefeitura Municipal não tem condições de bancar a outra parte dos custos que são duas vezes mais. Até nem é o papel da Prefeitura realizar uma Expoverde, tem que ser uma entidade como o sindicato ou uma organização nesse sentido para realizar. Então essa é a necessidade da parceira. O sucesso é exatamente isso: unir as forças”, destacou.

Tomazelli enfatizou o apoio do prefeito Fábio Schroeter. “Ele é uma pessoa simples, tranquila e eu considero assim: Se todo prefeito fosse assim, eu tenho certeza que a classe produtora estaria sempre unidade, porque ele faz a parte dele e não pede nada em troca. Ou apenas ele faz sua obrigação, assim como nós temos obrigação de fazer a nossa. É natural isso, não tem nada forçado”, disse. (Valmir Faria – Supervisor de Comunicação/ASCOMCV)

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