Vigilância Ambiental intensifica atuação no controle da Leishmaniose Visceral Canina




Seven week old golden retriever puppy outdoors on a sunny day.

A Vigilância Ambiental de Campo Verde, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde, está atuando ativamente no controle da Leishmaniose Visceral Canina (LVC), doença parasitaria que ataca cães e pode contaminar também o homem.

De acordo com o diretor da VA, João Paulo Cardozo, agentes de combate a endemias estão fazendo a busca ativa dos animais contaminados ou com suspeita da doença. O trabalho está sendo realizado na área urbana e também na zona rural.

A medida foi tomada depois que foram registrados 49 casos suspeitos da doença no primeiro semestre desse ano. Cinco casos foram confirmados e os animais sacrificados e um caso aguarda o resultado da contraprova do teste rápido feito pela Vigilância Ambiental.

A LVC é causada pelo protozoário Leishmania, transmitido pelo mosquito palha. Provoca lesões graves, com descamações e, eventualmente, úlceras, falta de apetite, perde de peso, lesões oculares semelhantes a queimaduras, atrofia muscular e crescimento exagerado das unhas.

Em estágio mais avançado, a Leishmaniose Visceral Canina pode provocar problemas no fígado, baço e rins, levando o animal à morte. “É importante ressaltar que há um grande número de animais infectados que não apresentam os sintomas clínicos porque a leishmaniose pode ter uma incubação de até sete anos”, explica João Paulo Cardozo.

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