SEMCITECI realiza evento com estudantes da Rede Estadual de Ensino voltado à problemática do trânsito
Fonte: Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação
Autor: Valmir Faria
Legenda: Evento reuniu estudantes do ensino médio da Rede Estadual de Educação
Autor da Foto: SEMCITECI
A Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Campo Verde realizou no último final de semana um evento envolvendo especialmente estudantes do ensino médio da Rede Pública Estadual de Educação com foco na identificação, no debate e na apresentação de propostas visando soluções a problemática que envolve o trânsito urbano.
O evento, denominado Hack School, começou na sexta-feira (18) e foi encerrado no domingo (20). Na primeira etapa, realizada ainda na sexta-feira, os participantes conheceram a realidade do trânsito local por meio de dados apresentados pelo Departamento Municipal de Trânsito Urbano (DMTU). “O que contribuiu para que as equipes compreendessem melhor o tema que seria trabalhado durante o evento”, ressaltou supervisor de Ciências, Tecnologia e Inovação, Rigoberto Ximenes Lopes.
De posse das informações, os estudantes foram divididos em grupos para que pesquisassem, identificassem os problemas e apresentassem propostas que pudessem contribuir com a melhoria do trânsito urbano em Campo Verde. No mesmo dia, os participantes tiveram palestra sobre empreendedorismo com Janete Medeiros, com o propósito de despertar nos jovens a capacidade de identificar oportunidades, as colocar em prática e, dessa forma, transformarem, efetivamente. ideias em projetos.
No sábado (19) as ações foram voltadas ao desenvolvimento de soluções a partir de dados levantados por meio de pesquisas, discussões de ideias e elaboração de projetos. Todo o trabalho teve o acompanhamento de mentores que orientaram os participantes. “Essa metodologia estimulou os estudantes a irem além da identificação de um problema. Eles precisaram analisar suas causas, discutir alternativas, organizar uma proposta e encontrar a melhor maneira de comunicar e defender a solução desenvolvida pelo grupo”, explicou Rigoberto Ximenes.
No último dia do Hack School, os participantes apresentaram seus projetos responderam questionamentos e defenderam suas propostas. Fizeram parte da banca avaliadora representantes da Polícia Militar, do Poder Legislativo, da iniciativa privada e da sociedade civil organizada. “Essa diversidade dos avaliadores permitiu que as propostas fossem observadas sob diferentes perspectivas e proporcionou aos estudantes uma experiência prática de apresentação, argumentação e defesa de projetos”, frisou Rigoberto.
No final do evento, as equipes que tiveram as propostas melhor avaliadas foram premiadas. No entanto, o secretário municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação destacou que mais importante que a premiação foi a “proposta do Hack School de valorizar o processo de aprendizagem vivenciado por todos os participantes”.
Para ele, a primeira edição do evento abre espaço para outas iniciativas da mesma natureza e “reforça a proposta de aproximar educação, ciência, tecnologia e inovação dos desafios concretos do município, criando oportunidades para que os jovens participem da construção de soluções para a comunidade onde vivem”. “O primeiro passo foi dado. Que os jovens continuem pesquisando, criando, persistindo e se preparando para as próximas oportunidades”, enfatizou Rigoberto.
A primeira edição do Hack School foi realizada no auditório da Escola Técnica Estadual (ETEC) e contou com 40 participantes das Escolas Estaduais Ledy Anita Brescancin, Jupiara, Waldemon Moraes Coelho e da ETEC.
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